A Vanwall passou por sérios desafios em 1958, liderada por Stirling Moss. Do outro lado do grid, a Lotus fez sua estréia em GPs em Mônaco. O marido de Bette Hill, Graham, se tornou o ás de Mônaco nos anos 60.
Graham Hill e Cliff Allison pilotaram o Lotus 12 com motor Climax de 1,9 litro e 2,2 litros. Roy Salvadori e Jack Brabham trouxeram os Coopers para Mônaco e o carro de Rob Walker foi dado ao francês Maurice Trintignant. Nos treinos, os Coopers eram rápidos com Brabham na frente e Trintignant e Salvadori em segundo.
Jean Behra assumiu a liderança, mas Salvadori fez a primeira curva muito rápido, derrapou e causou a colisão de vários carros. Enquanto Behra consolidava sua liderança e abria distância, Mike Hawthorn era desafiado. Depois de 18 voltas, ele passou o Vanwall de Brooks chegando a segundo. Brooks e Lewis-Evans saíram logo depois deixando Moss com o único Vanwall na corrida. Na volta 27 Hawthorn tornou-se o líder quando Behra foi para os boxes. Moss ultrapassou Hawthorn, mas não por muito tempo. O Vanwall saiu na volta 38 com problemas nas válvulas. Graham Hill e Cliff Allison largaram por último, mas de forma incrível Graham alcançou o 4º lugar. Allison tirou o pé com o motor superaquecido. O frágil Lotus não resistiu e Graham Hill parou quando uma roda caiu. Moss e Hawthorn disputavam diretamente o campeonato mundial mas tiveram que assistir o Cooper Climax de Rob Walker levar seu 2º GP seguido.
*Transcrição das legendas do DVD ‘História do GP de Mônaco’.
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