Capacetes e identidades

E pensar que nos primórdios da F1 os capacetes eram apenas toucas ornamentais e serviam apenas para não desarrumar os cabelos, como podemos ver Giuseppe Farina [Alfa Romeo] em Silverstone, no primeiro GP da era moderna da Fórmula 1:

GP Inglaterra 1950, Giuseppe Farina em Silverstone

O capacete evoluiu aos poucos e foi só no final dos anos 60 que tomaram as formas fechadas como conhecemos hoje. A maioria era branco e poucos usavam cores para se diferenciar. A primeira personalização que me vem à memória é a do Graham Hill, que foi homenageado por seu filho, Damon Hill, décadas depois. Gesto hoje repetido por Nelsinho Piquet, que usa os mesmos grafismos do Piquet-pai.

O mais comum é vermos o piloto adaptar o seu traço às cores da equipe e/ou dos patrocinadores. O Rubinho ja fez muita homenagem nas pinturas do seu capacete sem perder a identidade original. Mas tem um capacete que virou uma marca inconfundível que, assim como a silhueta da garrafa de Coca-Cola, é reconhecido mundialmente: o capacete de Ayrton Senna. No site do Sid Mosca você pode acompanhar alguns dos seus modelos históricos e ver que pouco mudou ao longo da história.

O documentário The Right To Win, parte integrante do DVD duplo An Official Tribute To Ayrton Senna, começa com Sid Mosca fabricando um capacete do Ayrton Senna, divirta-se:

 

 

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