GP Monaco 1957

Todos os novos carros de 1957 foram mostrados pela primeira vez em Mônaco. Fangio iniciou bem a temporada ganhando o GP da Argentina pela 4ª vez. Agora estava de volta com a Maserati tendo deixado a Ferrari.

Uma equipe nova, a Cooper, estava estreando. Vanwall, Ferrari e Maserati eram os principais adversários.

Roy Salvadori assinou com a BRM, mas em 1957 havia sugerido a Rob Walker que o Coventry Climax de 1.5 litro do Cooper Fórmula 2 poderia crescer para 2 litros e esse seria o carro ideal para Mônaco. Jack Brabham foi o piloto escolhido para estrear esse carro. Porém, a corrida de Brabham ficou na dúvida após um acidente em treino, mas as peças foram remontadas no chassi do F-2 de Les Leston e então o Cooper pôde largar.

Mike Hawthorn estava testando uma nova versão do Lancia Ferrari. Moss também experimentou a Ferrari, não teve a chance de pilotá-la num GP, talvez tivesse vencido o campeonato mundial se tivesse uma.

Em Mônaco, todos os pilotos da Maserati testaram o novo 250F com motor v12. Fangio teve os melhores resultados, mas precisou forçar a embreagem a 6000 rpm para fazer o carro acelerar e dar potência nas curvas estreitas. Ele e seus colegas de equipe Carlos Menditenguy e Harry Schell decidiram usar o 6 cilindros em linha após o treino.

Jean Behra foi substituído por Giorgio Scarlatti nessa corrida. Moss e Tony Brooks pilotaram o Vanwall na versão ”nariz curto” para evitar danos à carroceria nas sempre preocupantes voltas iniciais. Peter Collins e Mike Hawthorn pilotaram pela Ferrari. Assim, os 6 melhores pilotos do mundo tinham os 6 melhores carros.

Moss liderou com o Vanwall, à frente de Hawthorn e Collins nas Ferraris e Tony Brooks no segundo Vanwall. O momento crítico foi quando Moss perdeu o freio na volta 4 na chicane, mastros de madeira caíram na pista e Collins se chocou com os mesmos. Fangio desviou, mas Hawthorn bateu em Brooks e acabou em cima do carro de Collins. Assim, os três astros britânicos ficaram fora da corrida.

Como Moss, Hawthorn e Collins voltaram aos boxes, Fangio assumiu a liderança. Atrás dele a uma confortável distância estava o Vanwall de Tony Brooks. O Cooper nas mãos de Jack Brabham assombrou a todos e logo pulou para 3º lugar. Brooks estava cansado no final, deixando Fangio vencer facilmente. Para decepção de Brabham, nas voltas finais houve um problema na bomba de combustível do pequeno carro de Surbiton. As esperanças de John Cooper pareciam terminar e o carro de Jack parou do outro lado do circuito, mas o determinado Jack empurrou-o até a linha de chegada em 6º lugar. Eram atribuídos pontos somente até o 5° lugar na época.

Juan Manuel Fangio comemorou outra vitória naquela que seria sua última e muito bem sucedida temporada de GP.

*Transcrição das legendas do DVD ‘História do GP de Mônaco’.

 

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