GP Monaco 1961

Os italianos (Ferrari) aproveitaram para construir um carro com motor v6 traseiro de 1,5 litro enquanto os britânicos discutiam sobre os novos regulamentos da F-1. Em Mônaco, o Coventry Climax de 4 cilindros e 1,5 litro tinha menos desvantagem em relação aos v6 da Ferrari que em outras pistas mais velozes. Mônaco viu a estréia do Lotus 21 enquanto Stirling Moss tinha uma versão atualizada do 18. A Porsche entrou no GP pela primeira vez com seus carros refrigerados a ar, Dan Gurney, Hans Herman e Carol de Beaufor pilotavam.

Depois da tensão na largada, Moss conseguiu assumir a liderança. A perseguição ficou por conta do piloto da Ferrari, Ritchie Ginther. Fez a volta tão rápido quanto Moss, na luta para alcançar o líder. A Ferrari estava em 2º, 3º e 4º e o Porsche de Dan Gurney em 5º.

Enquanto a Porsche se especializava em carros esportivos, já tinha história nos GPs. Ferdinand Porsche havia desenhado os Auto-Unions do pré-guerra. Em 1961, a mudança para motores de 1,5 litro significou que já tinham um motor apropriado para GPs.

Os Coopers, BRMs e o Lotus da fábrica não eram competitivos por isso Moss conseguiu uma vitória rara para um carro britânico em 1961. Foi sua a penúltima vitória num GP. A última foi em Nurburgring.

*Transcrição das legendas do DVD ‘História do GP de Mônaco’

 

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