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Corrida dos Campeões, a primeira grande vítima de Ecclestone

money-in-f1-f1fanaticO blog inglês F1 Fanatic fez uma análise do caminho do dinheiro envolvido no esporte Fórmula 1 hoje em dia (clique na imagem do diagrama para ler o post original em inglês) e todos caminhos levam a Bernnie Ecclestone. Hoje ele não é mais o acionista majoritário da empresa que administra quase TUDO na categoria mas ainda é o poderoso chefão, desde 1978.

Até chegar no modelo atual ficaram pelo caminho muitos corpos dos bons tempos da Fórmula 1 (um passado que nunca existiu) e o primeiro gigante a tombar foi a Corrida dos Campeões, uma prova anual disputada pelas equipes e pilotos de F1 no circuito de Brands Hatch entre 1965 e 1979 e mais uma vez em 1983 já sob vigência do Pacto de Concórdia.

Antigamente os pilotos não ganhavam a fortuna que os de hoje ganham e muitos buscavam grana extra correndo em outras categorias também, principalmente na Fórmula 2. A Corrida dos Campeões era uma fonte extra de arrecadação para as equipes também, mas fazia parte daqueles acordos anárquicos da era pré-Ecclestone que não se enquadrou no modelo de negócios centralizador do chefão e acabou antes mesmo do Pacto de Concórdia – o acordo em que todos os stakeholders da Fórmula 1 uniram os seus interesses para a gestão profissional e o sucesso comercial do esporte . Não encontrei muitos detalhes da edição de 1983, mas a presença de apenas metade do grid normal daquela temporada dá para deduzir que o evento estava mesmo condenado.

Hoje existe um nova Corrida dos Campeões promovida pela FIA que envolve pilotos de diversas categorias, por isso é preciso tomar cuidado com as ambiguidades ao tratar desse tema.

Divirta-se abaixo com a íntegra da verdadeira última Corrida dos Campeões, disputada no dia 15 de abril de 1979, com uma das raras vitórias de Gilles Villeneuve e o primeiro pódio de Nelson Piquet pilotando um carro de Fórmula 1 (apesar de não contar no currículo):

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GP San Marino 1982, O Fim Do Amor De Gilles Villeneuve Pela Ferrari

O Grande Prêmio de San Marino de 1982 foi com certeza uma das piores corridas história da Fórmula 1 moderna. As equipes ligadas à FOCA (Formula One Constructors Association) fizeram um boicote devido à desqualificação no GP do Brasil de Nelson Piquet [Brabham] e Keke Rosberg [Williams], 1º e 2º colocados respectivamente, por causa do carro estar abaixo do peso mínimo do regulamento, e apenas 14 carros foram para Ímola, contra 31 na etapa anterior. Renault e Ferrari as únicas grandes equipes a participar.

Depois que as Renaults de Alain Prost e Rene Arnoux abriram o bico a corrida se resumiu no passeio das Ferraris.

Gilles Villeneuve terminou sua última corrida completa da vida com muita mágoa, pois Didier Pironi desrespeitou ordens da equipe e fez de tudo para ganhar a corrida, e conseguiu. Nesse vídeo narrado em italiano dá-se o destaque para essa disputa; repare depois na cara de Villeneuve no pódio, o locutor disse tudo: é o fim de um amor (pela Ferrari)

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O Melhor de Correndo no Tempo – nº1 Grandes Equipes

*Transcrição literal da capa do DVD:
O Melhor de Correndo no Tempo - nº1 Grandes Equipes

Se você é um dos que nâo se conformam com o tédio robotizadodas corridas do século 21, prepare-se: RACING THROUGH TIME o levará à época de ouro do automobilismo. Neste número, acompanhe as glórias e tragédias de Lotus e Ferrari, duas das maiores escuderias de todos os tempo. Veja também a fantástica história das Flechas de Prata, bólidos alemães que ultrapassavam 300 km/h em pegas ocorridos há mais de 70 anos. Sinta toda a emoção que os velhos e bons tempos podem oferecer.

Ferrari

O Melhor de Correndo no Tempo - nº1 Grandes Equipes

A saga da escuderia de Enzo Ferrari, surgida em 1929 e destinada a abrigar o talento de Alberto Ascari, Gilles Villeneuve e Michael Schumacher, até se tornar a mais amada e vitoriosa equipe da história da Fórmula 1.

Lotus – Os Primeiros Anos

O Melhor de Correndo no Tempo - nº1 Grandes Equipes

Da garagem da sua casa, Colin Chapman projetava foguetes frágeis e extremamente velozes, consuzindo a equipe inglesa Lotus às primeiras vitórias com pilotos do naipe de Graham Hill e Jim Clark.

Flechas de Prata

O Melhor de Correndo no Tempo - nº1 Grandes Equipes

Nos anos 30, Mercedes-Benz e Auto-Union criaram carros imbatíveis que disputavam entre si o domínio das pistas. Com carrocerias de alumínio sem pintura, eles entraram para a história como as Flechas de Prata.

*Este DVD (mais os outros dois da série) publicado no Brasil pela revista 4 Rodas pode ser seu, é só me mandar mais visitas até o GP do Bahrein.

GP Brasil 1980, a primeira vitória de Rene Arnoux

No dia 27 de janeiro de 1980 o traçado longo do autódromo de Interlagos se despede do circo da Fórmula 1 com a primeira vitória de Rene Arnoux [Renault].

Largada GP Brasil 1980 - SS by Romário Jr.

Mas quem deu show, para variar, foi Gilles Velleneuve na largada. Jean-Pierre Jabouille [Renault] fez a pole position e Didier Pironi [Ligier] a segunda posição no grid, Villeneuve, o terceiro, se alinhou entre os dois na hora da largada, facilitando assim a ultrapassagem e assumiu a liderança na primeira curva. Teorias-da-Conspiração à parte, com sete pilotos franceses alinhados no grid não é de se estranhar que um deles poderia ganhar a corrida e o Reanult turbo de Arnoux falou mais alto. A curiosidade que pode ser vista no vídeo abaixo (além das pit girls da Coca-Cola) é que tocou o hino nacional brasileiro no pódio e não A Marselhesa, o hino francês.

 

 

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GP da Itália 1981 – Hoje, 26 anos atrás

Grande Prêmio realizado no dia 13 de setembro, em Monza.

A largada foi disputada, as imagens das primeiras voltas mostram uma linha uniforme de carros, com Alain Prost [Renault], que assumiu a liderança na largada, já abrindo vantagem. Na 6ª volta, com a explosão do turbo da Ferrari de Gilles Villeneuve, começaram os abandonos (sem contar Hector Rebaque [Brabham] que ficou na largada por problemas elétricos). Prost começou a ultrapaçar retardatários por volta da 10ª volta. Eddie Cheever [Tyrrel] rodou e ficou parado perigosamente na Parabólica, fazendo com que Rene Arnoux [Renault] atolasse na brita ao desviar e sair da pista. Nessa parte da corrida quem se destacou foi Patrick Tambay [Ligier], que largou em 15º e na 18ª volta estava em quarto, na frente de Nelson Piquet [Brabham].

John Watson [McLaren] teve um acidente impressionante na 20ª volta quando derrapou, bateu no guard rail e o carro partiu ao meio, jogando o eixo traseiro, com motor e tudo, pra cima da Tyrrel de Michele Alboreto e tirando-o da corrida também.

GP Itália 1981 - SS by Romário Jr.

Depois que Piquet recuperou a 3ª posição de Didier Pironi [Ferrari] as posições se firmaram e as distâncias se estabilizaram, com Prost disparado na liderança. Com 2/3 da prova decorridos Prost tinha 16″ de vantagem para Alan Jones [Williams], que estava 26″ na frente de Nelson Piquet, que já abrira 7″ de folga sobre Pironi. Pironi começou a perder rendimento e na volta 39 foi ultrapassado por Carlos Reutemann [Williams], que fez um corrida de recuperação, que laragou em segundo mas tinha perdido muitas posições.

Piquet estava tranquilo na 3ª posição até a última volta, quando o motor da sua Brabham estourou e, mesmo se arrastando, ele não conseguir chegar até a linha de chegada, ficando, na classificação geral, com na 6ª posição. Isso lhe garantiu um ponto no campenato mundial e foi o que, no final, lhe garantiu o título do Campeonato de 1981.

 

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